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Kingsman: O Circulo Dourado

de Matthew Vaughn

muito bom

Tal como todas as sequelas, também Kingsman: O Circulo Dourado sofre o fardo de ser o seguidor de um sucesso e isso é sempre difícil de superar. Matthew Vaughn sabe com toda a certeza o que é fazer entretenimento, e pode afirmar-se como um dos que sabe o que faz nesse campo. O Circulo Dourado é goofy, é lunático, é divertido, sendo absolutamente impossível não ficar maravilhado com tanto divertimento ao longo de duas horas e vinte. Repetitivo sim, aborrecido nunca.

 

Recodemos o puto chamado Eggsy (o carismático e talentoso Taron Egerton), que no primeiro filme tinha sido recrutado para uma agência de serviços secretos de seu nome Kingsman, com metodos ultra secretos que usavam de uma tecnologia de ponta. Depois da morte do seu mentor Harry (Colin Firth), Eggsy melhorou ainda mais as suas capacidades e em conjunto com o seu colega tech expert Merlin (Mark Strong) soma uma quantidade de missões bem sucedidas. Quando alguns pontos estratégicos Kingsman são misteriosamente atacados, fragilizados recorrem à ajuda dos seus assossiados Statesman, uma agência secreta americana que opera no Kentucky numa destilaria de whiskey. Eles irão ter de trabalhar em conjunto com Tequila (Channing Tatum), Champagne (Jeff Bridges), Ginger Ale (Halle Berry) e o próprio do Whiskey (Pedro Pascal), para por fim ao plano maléfico de Poppy (Julianne Moore) uma peculiar traficante de droga obcecado pelo estilo 50’s, que segundo a própria, tem a melhor estretégica para legalizar as drogas nos EUA.

 

Ao elenco inicial somamos uma lista de nomes bem conhecidos que se juntam a um ritmo ainda mais frenético, a momentos ainda mais loucos do que aqueles que Matthew Vaughn nos tinha proporcionado em Kingsman: Serviços Secretos (2014). Ora vamos ser honestos, a formula é a mesma e nada de verdadeiramente surpreendente acontece, mas que isto é divertido que se farta, lá isso é verdade! É como se repetirmos uma dose, mas em exagero, que por mais que enjoe, gostamos na mesma. As comparações com James Bond continuam a ser inevitaveis, e a sua duração talvez um pouco longa demais, mas a quantidade de sequências de acção são enormes e a monotonia é absolutamente proibida. Kigsman não seria Kingsman sem loucura, e desta vez há agentes com nomes de bebidas alcoolicas, uma vilã tão querida mas tão querida que quase dá vontade de ficar a torcer por ela e até há Elton John. Sim, Elton John a brincar consigo mesmo!

 

Palpita-me que haverá um terceiro filme, os valores de bilheteira assim o ditam, e a verdade é que não me importo nada. Sei que quando isso acontecer vou continuar a querer ver. Que Vaughn continue a ter capacidade de fazer popcorn movies que valham mesmo a pena.

Review overview

Summary

A formula continua a ser a mesma, mas as doses excessivas de loucura e acção satisfazem muito. Um popcorn movie que nos deixa bem dispostos por muito tempo.

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