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[Especial X-Men 2016] X-Men: O Início (2011)

de Matthew Vaughn

X-Men- O Início

Ambos mutantes mas de origens totalmente distintas, Charles e Erik encontram-se para derrotar Sebastian Shaw, um poderoso mutante que pretende colocar a sua raça como a dominante do planeta. Com um grupo de jovens sobre-dotados, Charles e Erik desenvolvem uma amizade criada a partir do respeito um pelo outro, dando origem a X-Men, um grupo de mutantes que tem como missão proteger a sua raça e os humanos. E assim começa a viajem para se tornarem Professor X e Magneto.

 

Produzido e escrito por Bryan Singer (realizador dos primeiros capítulos cinematográficos da saga) e realizado pelo britânico Matthew Vaughn (Kick-Ass; Kingsman), X-Men: O Início serve de prequela a uma saga que já estava a caminhar por estradas fracas a nível criativo (X-Men: O Confronto Final e X-Men Origens: Wolverine). De forma a recuperar os fãs e o público em geral, com o intuito de dar nova vida à saga, assim surge este (cronologicamente) primeiro capítulo, deixando de lado a grande estrela da franchise (Hugh Jackman e o seu Wolverine) e centrando-se noutras personagens de igual importância e que também merecem o seu devido destaque. Assim, encontramos um Xavier e Erik mais jovens, muito bem interpretados por James McAvoy e Michael Fassbender, respectivamente, actores que dão o corpo e a alma às duas personagens e que conseguem tornar-se nas novas referências da saga.

Misturando ficção com história real (neste caso, a crise dos misseís em Cuba, nos anos 60), Vaughn trabalha com um argumento bastante hábil e cuidado, criando, pelo meio, cenas de acção muito bem conseguidas, sempre com um elenco em grande forma. Jennifer Lawrence (aqui ainda antes de Os Jogos da Fome), Kevin Bacon (um excelente vilão com o seu Shaw), Rose Byrne, January Jones, Nicholas Hoult e Oliver Platt são mais uns dos nomes presentes por aqui.

Inteligente, divertido e cheio de coração e bons momentos e com um certo vibe à James Bond de antigamente,X-Men: O Início é um exemplo perfeito de como fazer uma prequela: respeitar os filmes passados, ser inteligente e saber preparar o terreno para o que aí vem. Mais um excelente trabalho por parte de Vaughn (ainda não falhou uma única vez) e um respirar de ar fresco para uma saga que muitos já julgavam moribunda.

Review overview

Summary

Estreado numa altura em que se julgava que a saga X-Men estava sem mais nada para oferecer, Matthew Vaughn traz-nos uma prequela exemplar, cuidada, inteligente e cheia de acção e bons actores. Um dos melhores da saga e do género.

Ratings in depth

  • Argumento
  • Interpretação
  • Produção
  • Realização
4 10 muito bom

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