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Victor Frankenstein

de Paul McGuigan

mediano

Depois de ser resgatado de um circo onde, devido à sua deformação física, era visto como uma aberração, um jovem fica às ordens do seu salvador, um médico com o nome de Victor Frankenstein. Assumindo a identidade de Igor, o jovem, uma mente brilhante, ajuda o médico na sua nova criação: um ser totalmente construído pelos dois, a quem possam dar vida.

 

Realizado por Paul McGuigan e escrito por Max Landis (filho de John Landis), Victor Frankenstein é uma uma nova e diferente abordagem da história clássica de Mary Shelley. Aqui seguimos as aventuras de Victor e Igor, os dois protagonistas, enquanto lutam para criarem o mítico monstro, dando ainda a conhecer as motivações do cientista para a sua criação. É uma espécie de Sherlock Holmes à lá Guy Ritchie, uma reinvenção duma popular história, desta vez com alguma acção e efeitos especiais pelo meio. No entanto, apesar das boas intenções, o grande problema recai no argumento. Landis acaba por trazer-nos uma história básica, sem grandes surpresas que, apesar dos bons esforços por parte do par de protagonistas (um excelente James McAvoy e um surpreendente Daniel Radcliffe), acaba por cair nos clichés do costume.

Victor Frankenstein acaba por ser um filme que entretém enquanto dura, apesar de ser facilmente esquecido. Mesmo com o esforço de McAvoy e Radcliffe, a obra de Paul McGuigan acaba por não surpreender, devido aos seus problemas de argumento.

Resumo da crítica

Summary

Apesar de entreter enquanto dura, Victor Frankenstein é fácil de esquecer, tendo como grande problema o seu argumento básico. A favor, tem o par de protagonistas: James McAvoy e Daniel Radcliffe.

Classificação

  • Argumento
  • Interpretação
  • Produção
  • Realização
2.5 10 mediano

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