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Verão Frio

Se no passado decidimos marcar a chegada do Verão recordando alguns dos títulos mais emblemáticos da época, este ano mudámos de direcção. Na verdade, em vez de nos aproximarmos dos trópicos, fomos juntar-nos ao frio nórdico, recordando um dos maiores cineastas de sempre: o sueco Ingmar Bergman.

 

Serão muitas páginas dedicadas a um dos grandes, que com a sua obra extensa deixou uma marca indelével na História da Sétima Arte. Mesmo o menos informado dos espectadores terá já visto imagens icónicas de algumas das suas obras-primas, tantas e tão boas que existem na sua filmografia. Recordamos o seu trabalho em Cinema, abordamos a sua presença também ela marcante em televisão, e relembramos a influência particularmente evidente que teve numa série de cineastas que lhe seguiram. Ainda hoje podemos encontrar resquícios de uma obra tão rica que, apesar de se centrar frequentemente no lado mais sombrio da humanidade (a morte, a doença, o medo a Deus surgem como presenças constantes do seu cinema), é também intensa e profundamente… humana. Numa altura em que o cinema moderno atrai as massas pela espectacularidade dos efeitos especiais ou pelas repetitivas tramas de super-heróis, queremos também relembrar os nossos leitores de todo um rico legado cinematográfico que existe para trás. Porque gostar de cinema é também gostar da diversidade que este nos foi oferecendo ao longo dos seus mais de cem anos de História.


in Take 44 – Leia aqui o artigo completo
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