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Hell or High Water – Custe o que custar

Dois irmãos embarcam numa viajem pelo crime para obterem dinheiro de forma a comprarem a terra da mãe, recentemente falecida. No entanto, são perseguidos por uma determinada dupla de US Marshals.

Custe o que Custar marca o regresso do escocês David Mackenzie à realização, com um argumento escrito por Taylor Sheridan. Mackenzie traz-nos uma mistura de heist movie com western, num argumento bem escrito, mais centrado no desenvolvimento das suas personagens que nas cenas de acção. Mackenzie, por sua vez, controla tudo calmamente, o a tensão à medida que a narrativa avança. Pelo meio, encontramos uma bela fotografia, uma banda-sonora do ‘Deus’ Nick Cave e do seu parceiro do crime Warren Ellis e trio de actores em excelente forma. Neste campo das interpretações temos Chris Pine, num dos seus melhores registos, Bem Foster a provar, uma vez mais, que um dos actores mais subvalorizados da actualidade, e Jeff Bridges como o incansável US Marshal que os persegue, num trabalho memorável, mais um exemplo do seu enorme talento.
Custe o que Custar é um neo-western bem conseguido em todos os aspectos, trocando a acção pelos diálogos e pelo desenvolvimento, servido por uma realização segura e interpretações fabulosas por parte dos três protagonistas. Um dos melhores do ano.

Resumo da crítica

Summary

Com uma realização segura por parte de David Mckenzie, um trio de actores em grande forma e um argumento cuidado e inteligente, Custe o que Custar é um western moderno e um dos melhores filmes do ano.

Classificação

  • Argumento
  • Interpretação
  • Produção
  • Realização
5 10 perfeito

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