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[Especial Star Trek] Star Trek VI: O Continente Desconhecido (1991)

de Nicholas Meyer

bom

Com o aproximar da chegada de Star Trek: Além do Universo, o terceiro capítulo após o renascimento da saga espacial pelas mãos de J.J. Abrams, fazemos uma retrospectiva pelas doze longas-metragens produzidas entre 1979 e 2013.

 

Star Trek VI: O Continente Desconhecido vê Nicholas Meyer, responsável pelo popular Star Trek II: A Ira de Khan, regressar à cadeira de realizador para o último capítulo com a tripulação da série original. Com o afastamento do produtor Harvey Bennet da série foi Meyer que pegou no leme desta despedida anunciada e o resultado é um filme mais desempoeirado do que os três filmes anteriores, reflectindo os acontecimentos políticos da altura, nomeadamente a queda do muro de Berlim, oferece uma narrativa onde é proposta uma trégua com os eternos inimigos Klingons e com a resistência obscura de quem quer manter o status quo.

VI - 1

Além da maior complexidade narrativa do que o habitual também as personagens são menos bidimensionais com o Capitão Kirk a mostrar um lado preconceituoso e pouco flexível entrando, inclusivamente, em conflito com o eterno amigo Spock. O resto da tripulação tem mais tempo de antena e envolvimento nos acontecimentos, com uma menção especial para o cabelo do Chekov que, ao contrário do cabelo apropriado à idade dos seus companheiros de aventura, se apresenta distraidamente luxuriante e frondoso. Um dos elementos de interesse é o mistério por trás de um atentado que vai encontrar o Spock em modo Sherlock Holmes a investigar as pistas numa espécie de whodunnit espacial que envolve uma sua protégé Vulcana interpretada por Kim Catrall.

O vilão é interpretado pelo veterano Christopher Plummer que é relativamente desaproveitado, não por culpa da sua entrega numa caracterização erudita de um Klingon, mas porque a própria natureza destas aventuras trekkianas vê muita da acção a desenrolar-se com os actores sentados ou parados em pé a olhar para um ecrã. Isto aliado à sequência episódica e inconsequente da prisão de Kirk e Bones, faz com que, mesmo sendo uma entrada positiva no cânone do Star Trek, não chegue ao patamar do filme anterior de Meyer.

Resumo da crítica

Summary

Uma desempoeirada despedida do elenco original.

Classificação

  • Argumento
  • Interpretação
  • Produção
  • Realização
3 10 bom

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