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Ciclo de Natal 2016 . Die Hard – Assalto ao Arranha-Céus . por Hélder Almeida

Com o Natal à porta, a Take decide recordar uma pequena selecção de filmes cuja acção decorre durante a época fstiva. No entanto, nem todos os filmes natalícios têem a paz e o amor como pano de fundo.

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O polícia Nova Iorque John McClane viaja até Los Angeles para visitar a sua mulher, Holly, que trabalha na empresa Nakatomi, sediada num dos maiores arranha-céus da cidade. Durante a festa de Natal, John vê a sua esposa e os colegas serem feitos reféns por um grupo de perigosos terroristas, liderados por Hans Grüber. Sozinho e descalço, McClane terá de ser o herói de serviço.

Die Hard é, pura e simplesmente, um dos melhores (senão o melhor!) filmes de acção de sempre. O realizador John McTiernan cria um espectáculo do início ao fim, ao mesmo tempo que introduz John McClane, um herói de acção humano e vulnerável, colocado numa situação invulgar.

Bruce Willis é McClane e tem aqui um dos grandes momentos da sua carreira. Ainda encontra o sempre excelente Alan Rickman como Grüber, um vilão por excelência (e um dos melhores do género). Todos estes ingredientes formam um clássico absoluto do cinema de acção e deram origem a muitas imitações mas sem nunca serem superados.

Como é que um filme como Die Hard, cheio de acção, palavrões e violência pode ser considerado um filme de Natal? Primeiro, porque nem todos os filmes de Natal têm de ser para a família nem fofinhos; Segundo, passa-se no Natal; Terceiro, o protagonista enfrenta várias dificuldades (neste caso terroristas) para chegar à sua esposa, de forma a poderem resolver as suas diferenças e passar o Natal em família; Quarto, podemos considerar John McClane como uma espécie de Pai Natal moderno a castigar os meninos que se portaram mal, castigo esse entregue pelo método de metralhadora (e pistola, bomba, murros e pontapés, etc.).

A verdade é que Die Hard, para além de ser uma obra fundamental no género, é também visto como um dos melhores filmes de Natal de sempre, onde podemos encontrar o espírito de Natal bem presente, até mesmo na música dos créditos finais.

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